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Campanha Salarial 2018: Sindicatos entregam pauta do Setor Químico aos patrões

As duas federações de trabalhadores e trabalhadoras do ramo químico, Fetquim/CUT e Fequimfar/Força Sindical, entregaram aos representantes dos patrões (CEAG-10), na manhã da quarta-feira (26), suas propostas e reivindicações para Campanha Salarial 2018 dos Químicos.

“Estamos protocolando a pauta num momento difícil para o movimento sindical e político. Mostramos aos trabalhadores e ao Brasil que através da unidade é possível fazer o diálogo”, afirma Airton Cano, coordenador político da Fetquim.

Sergio Luiz Leite, presidente da Fequimfar, antecipou que as duas federações estão se esforçando para unificar suas convenções coletivas em um futuro próximo e apresentar uma proposta única - se possível já em 2019.

Reinvindicação da Fetquim

A proposta econômica é que o salário normativo seja de R$ 1.700 e que o reajuste salarial contemple a reposição da inflação (INPC) mais 5% de aumento real. Para Participação nos Lucros e Resultados (PLR) mínima, o valor reivindicado é o equivalente a dois pisos salariais e seria incluída taxa negocial para todos os trabalhadores. A proposta é de que a CCT tenha validade por 2 anos.

Cláusulas sociais

-Homologação obrigatória no Sindicato.
-Proibição do trabalho das gestantes em local insalubre.
-Discussão sobre jornada de trabalho só com a presença do Sindicato.
-Sustentação financeira da entidade sindical e inclusão de uma nova cláusula sobre resolução de conflitos.

Fazem parte dos trabalhadores e trabalhadoras do ramo químico os setores de plástico; fertilizantes; higiene pessoal, perfumaria e cosmético; agrotóxicos; tintas e vernizes; e fibras artificiais e sintéticas.

Fonte: Fetquim

 

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