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Deputado Padilha requer informações ao Ministério da Economia sobre denúncias da Fetquim

Escrito por: Fetquim

 

Foi protocolado hoje em Brasília junto ao Ministério da Economia  (RIC  1680/2020), pelo deputado federal  Alexandre Padilha (PT SP), foto ao lado,  por solicitação da coordenação política da Fetquim-CUT, um pedido de  informações sobre os prejuízos que  milhares de trabalhadoras e trabalhadores afastados tiveram a partir da redução salarial no auxílio doença, sem contar a falta de registros acidentários de milhares de acidentes e de invalidez, e a falta de notificação dos contaminados e afastados por Covid-19 em decorrência de contágio laboral. Além disso foi denunciado que sem as perícias médicas, os prejuízos no recolhimento  do Seguro Acidente  para Previdência  serão  enormes  para o próximo período. 

Esta denúncia, objeto do pedido de requerimento no Congresso Nacional, foi publicada pela Fetquim-CUT  e replicada por vários órgãos de imprensa  (veja aqui).

As matérias publicadas pela Fetquim mostraram a gravidade da situação pelo fato dos trabalhadores terem tido uma redução salarial de mais de 40% nos benefícios, sem  terem reconhecidos os afastamentos acidentários ou de Covid-19 no período - conforme manda a legislação e os prejuízos futuros para a Previdência no recolhimento do Seguro Acidente.

Para Airton Cano (foto), diretor do Sindicato dos Químicos do ABC e coordenador político da Fetquim, “é importante empreender essa luta junto ao Congresso Nacional  para que possamos reagir a esse ataque contínuo de direitos trabalhistas e previdenciários”. “Importante para nós, que o deputado Alexandre Padilha, ex- Ministro da Saúde, esteja preocupado com a situação dos trabalhadores doentes e acidentados e com o prejuízo que a Previdência poderá ter com o não registro desses acidentes. Isso sem dúvida sobrecarregará o SUS e é dever das empresas bancarem os prejuízos da acidentalidade conforme manda a Constituição Federal, para que também cobremos das empresas o cumprimento das cláusulas de Saúde e Segurança do nosso acordo coletivo.” 

 

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