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Rumo à Greve de 19/2, Sindicato realiza assembleias e panfletagens no Polo Petroquímico

A reforma da Previdência, proposta pelo governo ilegítimo de Michel Temer, é um grande retrocesso na aposentadoria do povo brasileiro. Pesquisa CUT/Vox Populi de dezembro mostrou que mais de 85% dos brasileiros rejeitam a proposta que restringe tanto o acesso aos benefícios que pode acabar com as chances de aposentadoria de milhões de trabalhadores e trabalhadoras.

E é justamente essa rejeição do povo à reforma que está dificulta a aprovação da proposta em Brasília num ano eleitoral. Os deputados da base aliada de Temer temem a reação do eleitorado caso votem a favor do fim da aposentadoria.

Por isso, precisamos aproveitar essa onda e fazer um grande movimento contra a reforma. E ele começa no próximo dia 19, o Dia Nacional de Luta em defesa do direito de se aposentar.

Químicos não fogem à luta

A diretoria do Sindicato está percorrendo as fábricas, realizando assembleias e construindo a participação da categoria química na greve geral do dia 19/2 em defesa da nossa aposentadoria.

Nesta terça-feira, 06 de fevereiro, foi a vez do Sindicato percorrer as empresas do Polo Petroquímico, distribuir o boletim Sindiquim e conversar com os trabalhadores e trabalhadoras das empresas Vitopel; Cabot; Unib7; Chevron; Braskem; Oxiteno; White Martins e Oxicap.

?O trabalhador precisa entender que a hora de lutar é agora. Pressionar os deputados neste momento significa lutar hoje para garantir o direito à aposentadoria amanhã. Todo o trabalhador e trabalhadora que dedica uma vida inteira ao trabalho sonha um dia em poder se aposentar. E é por isso que a categoria química está também nessa luta?, explicou o diretor Joel Santana de Souza, da regional Santo André do Sindicato e trabalhador da Braskem.

?Realizamos assembleias contra a reforma da previdência, falamos sobre o golpe em curso no País contra os trabalhadores e reforçamos a importância do trabalhador e da trabalhadora estar junto ao seu sindicato, sindicalizando-se e participando efetivamente das ações em defesa da classe trabalhadora?, completa o diretor Daniel Maurício, também da regional Santo André, e trabalhador na AkzoNobel Mauá.

 

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