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Hoje foi dia de denunciar nas fábricas e nas ruas o fim de direitos com MP Verde e Amarela

Colgate, Volks e centro da cidade: diretores do Sindicato e lideranças da CUT e demais centrais dialogaram com os trabalhadores e as trabalhadoras em São Bernardo do Campo

Nesta terça-feira (10), teve início no Grande ABC a Jornada de Lutas por emprego e direitos da CUT e demais centrais sindicais para esclarecer a população sobre a ameaça que representa a Medida Provisória (MP) nº905, que instituiu o Programa Verde e Amarelo, do governo de Bolsonaro e do ministro da economia, o banqueiro Paulo Guedes.

As atividades de panfletagens e o diálogo com a população e nas portas de fábricas serão realizadas de 10 a 13 de dezembro em diversas regiões do estado. “É um diálogo importante, para que a gente possa socializar e conscientizar a população brasileira acerca dos riscos que os trabalhadores e as trabalhadoras correm com a Medida Provisória (MP) nº 905 que, se aprovada, vai rasgar os direitos do conjunto da classe trabalhadora, precarizar empregos e condições de trabalho no Brasil”, afirmou o presidente da CUT São Paulo, Douglas Izzo.

Colgate, VW e centro de São Bernardo

A mobilização dos trabalhadores e das trabalhadoras no ABC contra a MP 905 de Jair Bolsonaro que, se levada adiante, ataca ainda mais os direitos trabalhistas teve início neste dia 10 com ato e panfletagem na Colgate e na Volkswagen. Depois, sindicalistas foram para o centro da cidade, dialogar com a população.

A CUT e demais centrais estão nas ruas porque não podem permitir que esta medida, tão destrutiva para os trabalhadores e trabalhadoras, possa ser aprovada.

“Se não tiver luta para derrubar esta medida,  ela vai permitir o aumento da jornada de trabalho sem reajuste de salário, obriga o trabalho aos finais de semana, sem nenhum adicional ,e ainda vai taxar em quase 8% o trabalhador que recebe o seguro-desemprego. E, em contra partida vai desonerar o patrão em quase 35%”, explicou o presidente da CUT São Paulo.

“É uma brincadeira o que esse governo quer fazer com direito do trabalhador brasileiro”, ressaltou Douglas.

 

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