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Químicos do ABC em Brasília: defesa dos empregos, da indústria e da soberania

Escrito por: Redação
22/09/2025 às 15h26
Químicos do ABC em Brasília: defesa dos empregos, da indústria e da soberania

No dia 17 de setembro, o Secretário-Geral e de Imprensa do Sindicato dos Químicos do ABC, Paulo José (Paulão), participou de uma série de reuniões em Brasília ao lado de Loricardo de Oliveira, presidente da Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM), e de Aroaldo Silva, presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do ABC.

As agendas ocorreram no Ministério da Defesa, com a secretária adjunta Juliana Larenas, e no Ministério da Justiça, com o ministro Ricardo Lewandowski. Também houve encontro no Senado Federal com o senador Fabiano Cantarato (ES).

Entre os principais pontos discutidos estiveram:

  1. A defesa dos empregos nas empresas do grupo CBC/Taurus e na cadeia produtiva da área de defesa, ameaçados pelo tarifaço imposto pelos EUA, no governo Trump.

  2. As perspectivas de investimentos e estratégias do governo brasileiro para proteção da indústria nacional de defesa.

  3. O Termo de Licitação Especial (TLE) e seus impactos sobre as empresas do setor.

  4. A PEC 55 da Previsibilidade, que propõe elevar o orçamento destinado às Forças Armadas de 1,1% para até 2% do PIB, priorizando investimentos estratégicos e inovação tecnológica.

Paulo José dos Santos

Paulo José dos Santos, Paulão.

Para Paulão, a pauta foi fundamental para pressionar o governo e parlamentares sobre a necessidade de proteger a indústria nacional e, principalmente, os empregos.

“Defender a soberania nacional é defender a indústria nacional e os empregos. Não podemos aceitar que, em nome de interesses externos ou de disputas políticas internas, os trabalhadores fiquem à mercê de decisões que fragilizam o país. O Plano Brasil Soberano tem dado suporte, mas é preciso ir além: garantir que, enquanto durar o tarifaço, estados e municípios deem preferência à produção nacional. Isso é patriotismo de verdade. O que não podemos aceitar é ver deputados votando projetos que blindam interesses próprios, enquanto milhões de famílias vivem com um salário mínimo de R$ 1.518,00. Está tudo errado”, destacou.

O Sindicato dos Químicos do ABC reforça que seguirá acompanhando os desdobramentos da PEC 55 e das medidas voltadas à indústria de defesa, cobrando ações concretas que garantam empregos, investimentos e o fortalecimento da indústria nacional.

Sindicato dos Químicos do ABC
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