Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
O então presidente em exercício, Geraldo Alckmin, esteve em visita na Unipar de Cubatão na semana passada e abordou temas importantes em pauta: fim do 6×1 e o Presiq, para fortalecimento da indústria química.
Sobre o fim da escala 6×1, Alckmin afirmou que é preciso considerar as especificidades de cada setor produtivo e que caberá ao Congresso Nacional definir como a medida será implementada. O governo Lula enviou à Câmara um projeto de lei sobre o tema, com urgência constitucional.
“O governo apoia e há necessidade de se analisar as especificidades porque não é todo mundo que tem a mesma lógica. Então cabe ao Congresso analisar e aprofundar esse debate. Mas nós somos favoráveis. Essa é uma tendência mundial”, disse à reportagem do Diário do Grande ABC.

Foto: Cadu Gomes/Divulgação VPR
Presiq
No campo industrial, Alckmin anunciou medidas para fortalecer o setor químico, com destaque para o Presiq (Programa Especial de Sustentabilidade da Indústria Química), que visa incentivar a modernização, descarbonização e competitividade da indústria química brasileira e prevê cerca de R$ 15 bilhões em incentivos, incluindo R$ 3 bilhões por ano em crédito tributário para ampliar a competitividade e estimular investimentos.
Destacou ainda a ampliação do Reiq (Regime Especial da Indústria Química), com a liberação de R$ 3,1 bilhões para apoiar o setor petroquímico, sendo R$ 2 bilhões voltados a insumos e R$ 1,1 bilhão para investimentos. O governo também aponta ações para reduzir custos, como o barateamento do gás natural, fator essencial para a indústria.
Para o movimento sindical, a redução da jornada sem redução salarial não pode virar exceção ou privilégio. Com o avanço da tecnologia e aumento da produtividade, é mais do que possível garantir melhores condições de trabalho para toda a classe trabalhadora.
Com informações do DGABC