Por José Evandro Alves da Silva
É triste ver o governador de São Paulo, Tarciso, o fraco!, abaixando as calças para o presidente da Argentina Javier Milei, durante a convenção do PL que lançou o senador Flavio Bolsonaro, candidato da oposição ao presidente Lula nas eleições de novembro.
Tarciso, governador, simplesmente ignorou os ataques de um líder político estrangeiro ao governo do Brasil. Tivesse ele, Tarciso, dignidade e fosse de verdade um patriota, teria, de imediato, impedido o visitante estrangeiro de falar mal do Brasil. Ainda mais quando se trata do líder de um país como Argentina, cujo racismo contra negros e brasileiros de um modo geral, ficou escancarado durante a última Copa do Mundo de futebol.
O mesmo Milei postou, recentemente, um mapa da América Latina, retratando o Brasil como uma imensa favela. Mentiroso! A economia brasileira cresce mais que a economia argentina. Enquanto o Brasil gera empregos, atrai investimentos estrangeiros e diminui a pobreza, na Argentina é exatamente o contrário. Tarciso, no entanto, se cala, se omite.
Tarciso também se calou e se omitiu quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, taxou de forma arbitraria e injustificada os produtos brasileiros exportados a mais de 30 anos aos EUA, gerando o fechamento de empresas e a demissão de pais de família no Brasil. Vendido! Traidor da Pátria! Fosse grande, honesto e patriota de verdade, Tarciso devia apoiar o presidente Lula na defesa das empresas, dos produtos e dos empregos dos brasileiros. Mas, não nos enganemos: Flavio e Tarciso, são os vende-pátria de sempre!
José Evandro Alves da Silva é presidente do Sindicato dos Químicos do ABC