A luta será por reajuste salarial de 14%, piso de R$ 2 mil e PLR mínima de R$ 4 mil
Nenhum direito a menos: Organizar, Lutar e Conquistar! Esse é o eixo de luta da próxima campanha salarial do setor químico, aprovado pelos trabalhadores e trabalhadoras presentes à assembleia do dia 16 de setembro.
“As negociações nunca foram fáceis para os trabalhadores e este ano não será diferente, principalmente porque estamos vivendo sob um golpe e precisamos reagir para mantermos nossos direitos e avançar nas conquistas”, expressou o presidente do Sindicato, Raimundo Suzart.
A proposta colocada para apreciação e aprovada pelos trabalhadores(as) foi elaborada conjuntamente pelos sindicatos da base da Fetquim (Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico no Estado de São Paulo), entidade que coordenará a campanha salarial. Este ano, somente as cláusulas econômicas serão negociadas.
Fazem parte da Fetquim, além dos químicos do ABC, o Sindicato dos Químicos de São Paulo, Sindicato Químicos Unificados de Campinas, Osasco e Vinhedo e o Sindicato dos Químicos de Jundiaí que juntos representam cerca de 180 mil trabalhadores(as).
Pauta aprovada:
– Reajuste salarial de 14% (inflação mais aumento real)
– Piso Salarial de R$ 2.000,00
– PLR mínima de dois pisos salariais (R$ 4.000,00)
Entrega da pauta será no Dia Nacional de Luta
De acordo com o que foi indicado no Seminário da Fetquim, a entrega da pauta está marcada para o próximo dia 22 de setembro, no período da tarde, na sede do sindicato patronal (CEAG-10), no prédio da FIESP.
Nesse mesmo dia, a CUT e as demais centrais sindicais estão convocando todos os trabalhadores para o Dia Nacional de Paralisação RUMO À GREVE GERAL contra a retirada dos direitos e os retrocessos impostos pelo governo golpista de Michel “Fora” Temer. Em São Paulo, haverá ato, a partir das 16h, com concentração no Masp, na Av. Paulista, 1578.